O dependente químico quando no estado avançado de dependência , estado esse que é detectado clinicamente ou através de cintilografia cerebral perde a sua capacidade cognitiva e passa a ser um ser vulnerável na sua totalidade.
Retirá-lo das ruas para afastá-lo das drogas é uma questão de saúde pública, solidariedade familiar e social, portando dever do Estado.
As ações da Secretaria de Saúde Municipal e Estadual em associação do Prefeito João Dória e do Governador Geraldo Alkmin, agindo contra os traficantes que comercializavam livremente o crack e outras drogas, assim como a internação compulsória dos usuários incapazes em clínicas psiquiátricas causaram alguns questionamentos contrários a essas ações.
Para esses dependentes em alto grau não há outra condição de dar-lhes dignidade humana sem um tratamento especializado através da interdição do paciente. Contrapor a essa ideia é igualar-se a esses pacientes no sentido perda da noção da realidade.
Somar a essa absurda contradição por razões políticas partidárias ou ideológica também os colocam no grupo dos irracionais não dependentes de drogas mas, dependentes de ideologias ou partidarismo político que os leva á essa irracionalidade.
Um Médico, um Assistente Social ,um Enfermeiro, um Juiz ou um Promotor contrário a essa única saída, para o dependente químico de grau elevado, além do egoísmo explicito estão contrariado o código de ética das suas profissões e indo de encontro à Constituição Federal que rege ser o Estado o responsável pela Saúde do cidadão.
Eduardo Leite
A NÓIA INDEPENDE DO VICIO CRACK
Reviewed by Eduardo Leite
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5/28/2017 05:45:00 AM
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