MEDICINA EM GERAL, GASTROENTEROLOGIA,CIRURGIA GERAL,CIRURGIA DO APARELHO DIGESTIVO,ENDOSCOPIA DIGESTIVA ALTA,PSICOTERAPIA ANALITICA,FILOSOFIA,MOTOCICLISMO,TEMAS SOCIAIS

Sábado, Março 31, 2007

INCOMPETÊNCIA OU TRAIÇÃO ?


Passados mais de três meses do tão esperado governo Wagner, infelizmente, saímos da euforia, pela bendita derrota do desgoverno do PFL, agora Democratas (?), e passamos a sentir o gosto amargo de uma ressaca que se faz acompanhada pela incompetência ou traição.

Refiro-me em especial a estas duas importantíssimas secretarias: a da Educação e da Saúde.

Ambas, necessitando de uma reestruturação significativa. O primeiro sinal de incompetência ou traição do atual governo é seguir a detestável e inconseqüente prática do PFL de nomear para cargos de chefias, profissionais cujo perfil é eminentemente político ou fisiologista.

Um simples exemplo em relação à secretaria de Educação que nomeia para diretoria das escolas professores ligados às correntes partidárias das coligações políticas. Desconsiderando a vontade dos professores e dos alunos e pais das referidas escolas.

A campanha salarial é prometida aos berros histéricos nos palanques de campanha e esquecida no conforto e nas mordomias dos luxuosos gabinetes e palácios.

O salário dos professores da rede básica, secundária e universitária de tão aviltantes, beira à irracionalidade de qualquer ser pensante.

A secretária de Saúde, nós surpreende ao vermos um técnico, Dr. Jorge Solla, de tão valoroso passado político e cujo currículo profissional nos encheu de esperança, priorizar transplantes e outros procedimentos de alta complexidade num estado falido no tocante a uma política de saúde tão corrupta onde faltam mais de mil e setecentos leitos de UTI.

Onde numa cidade como Feira de Santana não se pode operar uma próstata, um câncer de estômago ou tirar um simples RX de tórax pelo SUS, com facilidade, mas, ´´estranhamente``, pode-se, com facilidade, fazer uma tomografia computadorizada, uma cintilografia do miocárdio ou um caríssimo tratamento oncológico, algumas vezes discutível, pelo sistema SUS.

Os absurdos e o alto nível de inversão de prioridades da saúde pública na Bahia, nós faz crer, que existe por causa da sana insaciável dos corruptores do empresariado da medicina,com o apoio dos seus governantes, tão explicitamente constatado nestas falsas cooperativas, criadas para burlar o famigerado e corrupto sistema REDA.

Em relação aos gritos histéricos com punhos cerrados, olhos exoftálmicos que caracterizam os discursos e as promessas de campanhas contra este sistema REDA, contra estas falsas cooperativas e dos imorais salários dos servidores da saúde e outros servidores, os mesmos, já fazem parte do esquecimento e agora a triste realidade passada, infelizmente, é a mesma no atual governo.

Tão semelhante, apesar das falsas maquiagens que são feitas, como este disfarçado concurso para REDA, tentam encobrir o prometido e necessário concurso para contratação dos servidores da saúde.

A justa reposição salarial, negada, tem como desculpa a falta de recursos e os erros do governo anterior, falácia, idêntica a todo governante incompetente ou traidor.

A classe médica deve mostrar o mínimo de dignidade e repudiar estas e outras falsas cooperativas, exigir concurso para contratação efetiva aos quadros da secretaria da saúde, com um salário digno e uma política de saúde que venha melhorar a criminosa situação em que se encontra a saúde pública na Bahia.

Recursos sempre existem quando há competência voltada para as prioridades e zelo com o erário público.

Só para citar um exemplo: se a prefeitura joga mais de vinte milhões de reais no carnaval de Salvador e o Governador Wagner, já disse que os recursos do próximo carnaval serão maiores...

Menos recursos para festas e publicidade, já seria um bom começo para quem se diz competente e cumpridor dos princípios da ética e da moralidade, que todo homem público deve ter como condição sine qua non, no exercício das suas funções ou como simples cidadão.

Como diria Rubens Alves : ``Não há evidências para otimismo, mas há espaço para a esperança´´.

Eduardo Leite

eduardoleite@gastroajuda.com.br

www.gastroajuda.com.br


Sábado, Março 24, 2007

EDUCAÇÃO, O SEGREDO NA CONQUISTA DA LIBERDADE.





Não conheço a professora Iara Maria. Fiquei sabendo apenas, pela internet (educadornecessario. blog. terra.com. br), da sua luta por melhores condições para a escola onde ensina, (parece que agora, ex-escola) Escola Municipal Ana Maria Alves dos Santos.

Luta essa que segue em forma de processo no Ministério Público.

Não achei novidade uma escola pública seja; municipal, estadual ou federal em decadência, infelizmente, é esta, a dura realidade do Brasil em relação ao ensino, fundamental, secundário, técnico e superior, todos, cada vez mais decadente desde os anos 70.

Fiquei surpreso sim, com a atitude da Professora Iara Maria. Neste mundo cada vez egoísta e acomodado é raro encontrar sonhadores que não abraçam o discurso inoperante das mesas de bar ou das esquinas dos descasos e partem abnegados à luta, não por sonhos solitários, mas por sonhos comunitários.

São de Mestres e Técnicos como a Professora Iara Maria que os governos necessitam nas chefias dos diversos departamentos públicos e, não de ``simpatizantes´´ e ´´companheiros`` partidários ou aliados que, estão apenas pensando no lucro fácil que podem retirar do poder.

Só para citar um exemplo da importância do ensino na sociedade, reporto-me, ao que aconteceu no Japão depois da segunda guerra mundial.

Determinou o Imperador na época que, nenhum servidor público ganharia mais do que um professor, como meta principal na reconstrução do seu país.

O Japão, um arquipélago, sem uma única gota de petróleo, com inverno rigoroso, terremotos constantes e maremotos gigantescos, apesar de tantos infortúnios, passados 50 anos como nação dizimada pela querra com duas bombas atômicas, é a segunda potência mundial, atrás do gigante norte-americano.

O segredo? Está com o Imperador.

No seu blog a professora cita com muita propriedade o grande Rubens Alves:

Hoje não há razões para otimismo.
Hoje só é possível ter esperança.
Esperança é o oposto do otimismo.
Otimismo é quando, sendo primavera do lado de fora
é primavera do lado de dentro.
Esperança é quando sendo seca absoluta do lado de fora,

continuam as fontes a borbulhar dentro do coração. (Rubem Alves)

Finalizo, lembrando que uma existência sem sonhos por ideais éticos e que resultem em melhorias sociais é uma existência vazia, cuja ausência não fará falta.

Parabéns Professora Iara Maria, a sua luta já é vitoriosa e, a senhora fará muita falta não só aos seus alunos mas, a toda a nossa comunidade.

Quinta-feira, Março 22, 2007

O PODER MUDA O HOMEM ?






Os usineiros na sua grande maioria são velhos conhecidos como comandantes do trabalho escravo e grandes devedores dos bancos oficiais, sem falar nas vultosas sonegações.

Agora, movido, sabe-se lá por que, desconfia-se, o presidente Lula, brada em som exaltado de que os usineiros da cana de açúcar são os heróis nacionais. Pobre nação que tem este tipo de herói...

A política econômica neoliberal sempre foi combatida pelo PT, por Lula e pelo então combativo sindicato dos bancários. Eleito, Lula rasga o discurso inflamado de defensor dos pobres e alia-se aos banqueiros para manter a política recessiva que beneficia os especuladores do mercado financeiro e esmaga a classe produtora com a maior carga tributário do mundo.

O poder muda os homens, é o que dizem, mas, um reparo deve ser feito; o poder muda os homens, que não têm caráter.

Eduardo Leite
eduardoleite@gastroajuda.com.br
www.gastroajuda.com.br

EM TEMPO:

As famílias Lula Inácio Lulla da Silva e Antonio Palloci, consequiram passaportes italiano. Dizem, que algumas famílias italianas, estão preocupadas.





Sábado, Março 17, 2007

MARCOLAS OU CORRUPTOS , QUEM PREJUDICA MAIS?


 




Recebi de dois amigos esta entrevista de Marcola, na Globo e, as considerações que me propuz a fazer, seguem abaixo.



Quem prejudica mais, Marcolas ou corruptos?

O homem na sua pré-história usava da violência para sobreviver aos seus predadores .Evoluiu, dominou o fogo, desenvolveu habilidades manuais, formou família , socializou-se , aprimorou a comunicação verbal chegando à escrita, evoluiu e tornou-se cada vez mais vilolento e contrariamente ao que se esperava, tornou-se mais irracional e feroz, com o aprimoramento das guerras e mal uso da tecnologia.

Bestas, como Marcola e tantos outros, perderam a referência social-existencial ao participarem numa sociedade com representantes previlegiados dos diversos segmentos, cada vez mais , corruptos e fisiologistas .

O homem,vem perdendo o rumo da sua existencialidade,degradando-se ao longo da história ,na procura do lucro fácil, da opulência e das futilidades.

Torna-se cada vez mais egoista, não ético e sem fé. O Deus, a ser cultuado é o falso deus do poder .

Os valores estão invertidos, os educadores, segmento mais substancial na formação de uma sociedade é falsamente reconpensado com remuneração aviltante .

A classe operária, verdadeiro sustentáculo da sociedade, cada vez mais, perde seus direitos em nome de um défit de uma previdência mal administrada e constantes desvios de recursos.

Escândalos e mais escândalos no meio empresarial e político quando desvendados contam com uma justiça de dupla face. Justiça essa, que é rigorosa com os pobres e bastante conviniente aos poderosos.

A tecnologia , cada vez mais avançada, em vez de beneficiar a todos , fica acessível para poucos.

É duro reconhecer, que os Marcolas prejudicam menos do que os representantes da dita elite social, formada por políticos, doutores e empresários que não prezam pela ética e por uma efetiva justiça social.

O custo Brasil é alto por causa da praga da corrupção,esta, tira recursos da educação, da saúde, da segurança e das oportunidades de bons empregos.

Soltemos os Marcolas e predamos estes políticos, doutores e empresários que vivem às custas do herário público e disseminam mais ainda a corrupção.

Eduardo Leite


Entrevista de Marcola ao Globo. 23/05/2006

Estamos todos no inferno. Não há solução, pois não conhecemos nem o problema.

"Você é do PCC?" Mais que isso, eu sou um sinal de novos tempos. Eu era pobre e invisível... vocês nunca me olharam durante décadas... E antigamente era mole resolver o problema da miséria... O diagnóstico era óbvio: migração rural, desnível de renda, poucas favelas, ralas periferias... A solução é que nunca vinha... Que fizeram? Nada. O governo federal alguma vez alocou uma verba para nós? Nós só aparecíamos nos desabamentos no morro ou nas músicas românticas sobre a "beleza dos morros ao amanhecer", essas coisas... Agora, estamos ricos com a multinacional do pó. E vocês estão morrendo de medo... Nós somos o início tardio de vossa consciência social... Viu? Sou culto... Leio Dante na prisão... -

Mas... a solução seria...

- Solução? Não há mais solução, cara... A própria idéia de"solução" já é um erro. Já olhou o tamanho das 560 favelas do Rio? Já andou de helicóptero por cima da periferia de São Paulo? Solução como? Só viria com muitos bilhões de dólares gastos organizadamente, com um governante de alto nível, uma imensa vontade política, crescimento econômico,revolução na educação, urbanização geral; e tudo teria de ser sob a batuta quase que de uma "tirania esclarecida", que pulasse por cima da paralisia burocrática secular, que passasse por cima do Legislativo cúmplice (Ou você acha que os 287 sanguessugas vão agir? Se bobear, vão roubar até o PCC...) e do Judiciário, que impede punições. Teria de haver uma reforma radical do processo penal do país, teria de haver comunicação e inteligência entre polícias municipais, estaduais e federais (nós fazemos até conference calls entre presídios...). E tudo isso custaria bilhões de dólares e implicaria numa mudança psicossocial profunda na estrutura política do país.Ou seja: é impossível. Não há solução.

- Você não têm medo de morrer? - Vocês é que têm medo de morrer, eu não. Aliás, aqui na cadeia vocês não podem entrar e me matar... mas eu posso mandar matar vocês lá fora....Nós somos homens-bomba. Na favela tem cem mil homens-bomba... Estamos no centro do Insolúvel, mesmo... Vocês no bem e eu no mal e, no meio, a fronteira da morte, a única fronteira. Já somos uma outra espécie, já somos outros bichos, diferentes de vocês.A morte para vocês é um drama cristão numa cama, no ataque do coração... A morte para nós é o presunto diário, desovado numa vala... Vocês intelectuais não falavam em luta de classes, em "seja marginal, seja herói"? Pois é: chegamos, somos nós! Ha, ha... Vocês nunca esperavam esses guerreiros do pó, né?Eu sou inteligente. Eu leio, li 3.000 livros e leio Dante... mas meus soldados todos são estranhas anomalias do desenvolvimento torto desse país. Não há mais proletários, ou infelizes ou explorados. Há uma terceira coisa crescendo aí fora, cultivado na lama, se educando no absoluto analfabetismo,se diplomando nas cadeias, como um monstro Alien escondido nas brechas da cidade. Já surgiu uma nova linguagem. Vocês não ouvem as gravações feitas "com autorização da Justiça"? Pois é. É outra língua. Estamos diante de uma espécie de pós-miséria. Isso. A pós-miséria gera uma nova cultura assassina, ajudada pela tecnologia, satélites, celulares, internet, armas modernas. É a merda com chips, com megabytes. Meus comandados são uma mutação da espécie social, são fungos de um grande erro sujo.

- O que mudou nas periferias?

- Grana. A gente hoje tem. Você acha que quem tem US$40 milhões como o Beira-Mar não manda? Com 40 milhões a prisão é um hotel, um escritório...
Qual a polícia que vai queimar essa mina de ouro, tá ligado? Nós somos uma empresa moderna, rica. Se funcionário vacila, é despedido e jogado no "microondas"... ha, ha... Vocês são o Estado quebrado, dominado por incompetentes. Nós temos métodos ágeis de gestão. Vocês são lentos e burocráticos. Nós lutamos em terreno próprio. Vocês, em terra estranha. Nós não tememos a morte. Vocês morrem de medo. Nós somos bem armados. Vocês vão de três-oitão. Nós estamos no ataque. Vocês, na defesa. Vocês têm mania de humanismo. Nós somos cruéis, sem piedade. Vocês nos transformam em superstars do crime. Nós fazemos vocês de palhaços. Nós somos ajudados pela população das favelas, por medo ou por amor.Vocês são odiados. Vocês são regionais, provincianos. Nossas armas e produto vêm de fora, somos globais. Nós não esquecemos de vocês, são nossos fregueses. Vocês nos esquecem assim que passa o surto de violência.

- Mas o que devemos fazer?
-

Vou dar um toque, mesmo contra mim. Peguem os barões do pó! Tem deputado, senador, tem generais, tem até ex-presidentes do Paraguai nas paradas de cocaína e armas. Mas quem vai fazer isso? O Exército? Com que grana? Não tem dinheiro nem para o rancho dos recrutas...
O país está quebrado, sustentando um Estado morto a juros de 20% ao ano, e o Lula ainda aumenta os gastos públicos, empregando 40 mil picaretas. O Exército vai lutar contra o PCC e o CV? Estou lendo o Klausewitz, "Sobre a guerra".Não há perspectiva de êxito... Nós somos formigas devoradoras, escondidas nas brechas... A gente já tem até foguete antitanques... Se bobear, vão rolar uns Stingers aí...Pra acabar com a gente, só jogando bomba atômica nas favelas... Aliás, a gente acaba arranjando também "umazinha", daquelasbombas sujas mesmo.... Já pensou? Ipanema radioativa? -

Mas... não haveria solução?
- Vocês só podem chegar a algum sucesso se desistirem de defender a "normalidade". Não há mais normalidade alguma. Vocês precisam fazer uma autocrítica da própria competência. Mas vou ser franco.. na boa...na moral... Estamos todos no centro do Insolúvel. Só que nós vivemos dele e vocês... não têm saída. Só a merda. E nós já trabalhamos dentro dela. Olha aqui, mano, não há solução. Sabem por quê? Porque vocês não entendem nem a extensão do problema. Como escreveu o divino Dante: "Lasciate ogna speranza voi che entrate!" Percam todas as esperanças.Estamos todos no inferno.


Quinta-feira, Março 08, 2007

DIFICULDADES NA ADERÊNCIA AO TRATAMENTO MÉDICO.








A dificuldade da aderência ao tratamento médico é um grave problema de saúde a ser analisado devido a sua importância social e macroeconômica, não só na saúde pública como também na saúde privada.



As dificuldades à aderência ao tratamento médico são maiores nos casos de doenças crônicas como hipertensão arterial, diabetes, obesidade, gastrites, hipotiroidismo, dependência a drogas e doenças mentais, dentre outras.

Estima-se que no Brasil 26% da população seja hipertensa e destes, 50 % sabem que são hipertensos. Dos 50% dos hipertensos que se submetem ao tratamento, 25% têm a doença sobre controle e, 25% fazem o tratamento, mas não têm a doença sob controle.

Só com estes dados sobre Hipertensão Arterial podemos avaliar o grave problema de saúde pública e privada com repercussão macroeconômica, em relação ao tratamento médico das doenças crônicas em especial.

A dificuldade na aderência ao tratamento das doenças crônicas e não crônicas depende de múltiplos fatores: custo do tratamento, efeitos colaterais, desinformação, diversidade de condutas médicas e principalmente uma má abordagem médica onde não é valorizada a parte existencial-emocional e sócio cultural dos pacientes portadores destas doenças.

O Ministério da Saúde, como grande gestor, deve cobrar dos Estados e Municípios dados estatísticos sobre as doenças crônicas de cada cidade e, para isso campanhas com Agentes de Saúde devem ser efetivadas.

Outro fator importante é a padronização de condutas e tratamento em relação a estas doenças e treinamento constante dos profissionais que fazem partes destas equipes.

A nível de saúde pública um acompanhamento direcionado e padronizado aos pacientes crônicos além de resultar em melhor controle destas doenças, diminuirá muito os altos custos com internações nos hospitais públicos e privados conveniados ao sistema SUS, resultando em serviços de emergência sem sobrecarga de atendimento.

Na parte privada, notadamente, por parte das seguradoras de saúde, o custo do tratamento medicamentoso deve ser custeado pelas respectivas seguradoras.

Com esta medida, todos saem ganhando, pois, o custo hospitalar cada vez mais caro, tenderá a diminuir, é fato que um paciente crônico ou não, com tratamento adequado, necessitará cada vez menos de tratamento hospitalar, estas, as mais significativas despesas das seguradas ditas de saúde, seguidas do custo de marketing.

Eduardo Leite
eduardoleite@gastroajuda.com.br
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