O TIRO FOI NO PÉ .




Fora da mídia desde que saí do HCA, estranhei ser chamado por repórteres de algumas rádios para dar explicações sobre dívidas do HCA.
Segundo me informaram os radialistas quem estava denunciando as ´´ irregularidades`` era o próprio TCU (Tribunal de Contas da União).

E que segundo eles, essas dívidas eram referentes a serviços pagos pela União ao HCA e que não foram efetuados. Em linguagem clara: fraude.

Pior de tudo é que atribuíam ao período em que eu estava na direção do HCA. Como sempre o alarde deu panos para mangas e outros blás, blás, blás, dos pecadores do passado e, agora, santos, do pau ôco.

A nota da ASCON, abaixo, esclarece a verdade e detona no pé ou pés de quem atirou .
Que manquem,para sempre, os mentirosos e meliantes do passado. Aos senhores do poder atual, sempre é bom avisar: VIA VERITAS ET VITA.

Também é pertinente lembrar a quem se acha ´´amigo`` do governador de que, a conquista se faz por merecimento e não por falsas atitudes.
Eduardo Leite

Processo contra o Hospital Clériston Andrade data de 1998

Nos dois últimos dias, alguns órgãos de imprensa vêm divulgando, com base em nota constante no portal de internet do Tribunal de Contas da União (TCU), notícias relativas à obrigatoriedade de devolução de recursos por parte do Hospital Geral Clériston Andrade, em Feira de Santana, por conta de irregularidades na aplicação dos mesmos. O fato é real e está fartamente documentado no Processo TC-012.215/2004-0, Código 41998977, com relatoria do ministro André Luís de Carvalho, sob cuja responsabilidade o processo se encontra desde 11 de julho de 2008.
Entretanto, no afã de explorar mais um assunto capaz de render matérias de teor sensacionalista, esqueceram-se os denuncistas de cumprir o primeiro dever de um profissional da Comunicação: averiguar, a fundo, as informações relativas ao fato abordado, e imputaram, precipitadamente, responsabilidade a gestores, citando uma auditoria sem averiguar, sequer, o período em que ela foi iniciada. O Processo TC-012.215/2004-0 aponta, como motivo da instauração, “Aplicação irregular de recursos” na pessoa do FNS
Fundo Nacional de Saúde, do Ministério da Saúde, NO PERÍODO DE 21 DE JULHO DE 1998.
Os responsáveis citados no processo sequer são do conhecimento dos atuais gestores da Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (SESAB) e do Hospital Geral Clériston Andrade, que não receberam nenhuma notificação a respeito. De acordo com o Tribunal de Contas da União, a dívida, deixada por administração anterior no Hospital Geral Clériston Andrade, é de R$ 320.735,10, e teria sido feita há mais de dez anos. Mais um montante que vem se somar à dívida de mais de R$ 200 milhões, somente na Secretaria da Saúde, herdada pelo atual Governo.
Com estes esclarecimentos, a SESAB espera a justa retratação frente às insinuações e afirmações que possam ter lançado sombras, por mais leves, à integridade dos gestores que estão ou estiveram no comando da administração do Hospital Geral Clériston Andrade nos últimos 18 meses.
Ascom SESAB – 22/agosto/2008
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