Quarta-feira, Dezembro 30, 2009

SONHAR, SEMPRE.


2010, um novo ano a ser vivido, a ser amado, a ser sonhado e trabalhado. Nada mais. Um universo atemporal, circuscrito temporariamente em 365 dias. Nele temos tudo para sermos uma Nação mais justa e igualitária para todos. Não somos.
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Não que nos falte riquezas nessa imensidão territorial, continental, sem terremotos, sem vulcões, sem variações climáticas perturbadoras, onde vive um povo ordeiro e que só fala uma única língua, sem dialetos.

Porque tanta injustiça social? Porque tanta corrupção? Porque faltam investimentos substanciais na educação, na segurança, na habitação, na saúde pública, no saneamento básico, no incentivo ao pequeno e ao médio produtor rural, comercial e industrial?

A corrupção campeia e se alastra a todos os segmentos sociais. Não podemos jogar toda a culpa por esse câncer- a corrupção- só nos políticos indignos.

Apesar do comprometimento dos diversos segmentos sociais envolvidos com a corrupção, não podemos deixar de sonhar ou ter a esperança de vivermos num país mais justo e igualitário para todos.
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Finalizando, quero aqui agradecer a todos que me honram com a visita a este espaço e desejar a todos um 2010 com muita saúde e principalmente sonhos e esperanças que venham a ser de utilidade para todos que vivem e constroem esse Universos maravilhoso.
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Eduardo Leite

Sábado, Dezembro 19, 2009

QUEM É INCOMPETENTE OU ROUBA MAIS?



Gostaria de escrever sobre temas mais agradáveis, que falassem sobre ganhos sociais, que a convenção de Copenhague tivesse sido racional ou outro tema. Mas, infelizmente, só temos a comentar sobre os mais deploráveis desmandos na esfera social e política. Fazer o que?

Mas a disputa entre o deputado federal ACM Neto do PFL-DEM e o deputado estadual Zé Neto do PT, sobre quem gastou ou gasta mais com verbas publicitárias na Bahia, me motivou a abordar esse tema sobre verbas publicitária com o dinheiro do povo .

E aqui, agora, me faço representar, com o direito que a democracia permite a todo cidadão brasileiro não residente em Cuba ou na China, de se indignar e protestar da maneira que lhe for possível.

No ano passado, já fiquei super chateado ao saber que o governo Jaques Wagner destinaria para o ano de 2009, em verba publicitária o equivalente a 5 hospitais da Criança ou a mais de 25 reformas no Hospital Clériston Andrade.

Ou seja: 128 milhões de reais em verbas publicitárias. Antes de iniciar esse texto, telefonei para o jornalista Glauco Wanderley, perguntando se ele sabia o valor dos gastos do governo Paulo Souto com publicidade, ele, Glauco, me respondeu que não saberia ao certo e que esses dados por motivos dos mais diversos, não são confiáveis.

Foi o suficiente para concluir esse meu texto e deixar um recado para esses dois deputados: os senhores do DEM e do PT, fiquem calados, pois são farinha do mesmo saco.

Os deputados deveriam protestar isso sim, contra esse absurdo de gastar verbas milionárias com publicidade inconseqüente, que faz falta na educação, na saúde e na segurança pública e, só traz lucro aos grandes empresários da mídia e de grupos de publicitários ligados a políticos. Como por exemplo ao grupo Bahia, cujo espólio de origem duvidosa é vergonhosamente disputado entre seus insaciáveis herdeiros.

Por fim, gostaria de desejar a todos um Feliz Natal e que não percam a esperança de termos políticos verdadeiramente dignos de serem abraços e reverenciados como homens de bem, afinal somos todos irmãos nesse Universo maravilhoso que nos une.

Eduardo Leite
gastroajuda@hotmail.com

Sexta-feira, Dezembro 11, 2009

E POR FALAR EM MERDA.

Fiquei sabendo da existência do Deputado Federal Domingos Dutra (PT-MA), através do jornalista Glauco Wanderley (www.glaucowanderley.blogspot.com) que postou uma carta aberta do deputado para o presidente Lula.

Carta essa, que também transcrevo a seguir. Realmente, o nosso sistema político, tem que ser refeito. O povo não agüenta mais o atual sistema que possibilita o crescimento, cada vez mais, absurdo da corrupção.

Esse, o maior câncer que destrói a nossa sociedade, esta, cada vez mais refém desses políticos que, para chegarem ao poder, usam e abusam das mais espúrias coligações e acordos que resultam em desvios de recursos públicos.

A corrupção política mantida pelas grandes empreiteiras e outros grupos econômicos resulta em desvio de bilhões de reais que fazem muita falta na educação, na saúde pública, na segurança, no saneamento básico, na habitação e no transporte urbano.

Temos que rever este lamentável caos que ,ontem, o presidente Lula denominou de merda. Merda essa, que existia muito antes do seu governo e que ele ajuda a manter quando privilegia os grandes grupos econômicos em detrimento aos verdadeiros investimentos sociais e a um combate efetivo à corrupção.

Bom de discurso popular e emprego do marketing, o presidente Lula é genial. Lamentamos que essa genialidade não seja revertida para a verdadeira justiça social.

A carta a seguir define muito bem que o povo brasileiro continua na merda por falta de líderes comprometidos com a dignidade.






O Deputado Federal Domingos Dutra (PT-MA) enviou carta ao Presidente Lula, que visitará São Luís (MA) na próxima quinta-feira (10). O Deputado Dutra foi convidado pela comitiva presidencial para acompanhar o Presidente em sua estada, mas declinou o convite. Veja por que.




Brasília, 09 de dezembro de 2009,




Companheiro Presidente Luis Inácio da Silva – Lula




Declino, com tristeza e pesar, o convite para integrar a comitiva presidencial que estará neste dia 10 em São Luís do Maranhão.
Assim como milhares de petistas, lutei e sonhei com o momento de tê-lo entre nós como Presidente do Brasil para anunciar boas novas que diminuirão a pobreza e a escravidão do nosso povo.
V. Exª é testemunha e deve se lembrar do sofrimento que passamos no processo de construção do PT e de sua própria liderança, em que enfrentamos os filhos da ditadura, os vampiros do nosso povo, os devoradores dos sonhos de nossa gente representados pelo grupo político comando pelo Senador José Sarney.
V.Ex ainda se lembra dos atos públicos que fizemos na Praça Deodoro, denunciando as barbaridades da oligarquia; das caminhadas avermelhadas pela Rua Grande, arrastando multidões gritando fora Sarney; da emocionante subida da ladeira do Jacaré para verificar a olho nu o abandono do Município de Alcântara; da Caravana da Cidadania que, saindo de Caxias, espalhou esperanças entre os quilombolas de Codó; as quebradeiras de coco de São José dos Mouras, em Lima Campos; perante as viúvas de lavradores vítimas do latifúndio, aliado e sustentado pelo grupo dominante; do ato público realizado na empoeirada cidade de Buriticupu; do espanto nas usinas de ferro gusa de Alçailândia com a queima sem controle de madeira nativa; e do grandioso encerramento da caravana em Imperatriz, com discurso radicais de condenação à pobreza do povo maranhense.
V. Exª deve se recordar da última vez que esteve em São Luís há exatos 11 anos para participar, em 1998, do comício em apoio à minha candidatura a Governador do Maranhão que, embora sem qualquer estrutura, me submeti ao delicioso sacrifício de apoio à sua candidatura a presidente enfrentando o rolo compressor da campanha de Fernando Henrique Cardoso, que foi apoiado por dois mandatos pela mesma turma que hoje lambe os seus pés para aproveitar de seu governo e de sua popularidade.
Não posso esconder a decepção de não poder compartilhar deste momento em que V. Exª retorna à minha terra, agora como Presidente da República que ajudamos a eleger e que realiza um governo exitoso.
Fico triste, porém a minha consciência não me permite estar no mesmo palanque de um grupo político que há mais de quarenta anos explora, maltrata e debocha do nosso povo.
Não posso confundir a minha imagem com a sombra dessa gente que cassa um governador eleito; cassa um juiz que atendeu os reclamos da população carente; cassa um prefeito do PT e que implanta o terror no Estado.
Não posso confundir a minha identidade com um grupo cujo líder é objeto de escárnio da cidadania brasileira pelas revelações recentes de uma ínfima parte dos crimes praticadas contra o erário público.
Não posso me curvar ao oportunismo de aproveitar a sua popularidade e a multidão que lhe aguarda, para trocar beijinhos e apertos de mãos com uma governadora de quatro votos, que de forma covarde e indevida se intrometeu na eleição interna do PT pressionando, coagindo e ameaçando nossos prefeitos e lideranças petistas e de partidos aliados.
Posso imaginar o sofrimento de V. Exª diante das pressões espúrias e das chantagens rotineiras por cargos, verbas e outras rações que alimentam verdadeiras quadrilhas organizadas
Tenho certeza de que V. Exª não esqueceu o desrespeito do Senador Jose Sarney durante a eleição para Presidência do Senado; a humilhação imposta pelo Senador Sarney à Senadora Ideli Salvatti (PT-SC), derrotada que foi na Comissão de Infra Estrutura para ressuscitar Collor de Melo; na manobra do Senador José Sarney que ficou em casa para facilitar que o Senador Marconi Perillo (PSDB-GO) instalasse a CPI da Petrobrás para usá-la como arma contra o governo; o presente que o Senador Jose Sarney deu à Senadora Kátia Abreu (Demo), inimiga do governo, para relatar Medida Provisória 458 que regularizou mais de 60 milhões de terras na Amazônia.
Tenho consciência de suas enormes responsabilidades de governar um país complexo e ainda dominado por tanto picaretas, muitos deles arranchados nas estruturas de poder, em especial no Congresso Nacional.
Sei que tem que engolir sapo para poder governar. Compreendo que V. Exª por dever de oficio tem de manter relações e até amizades com os inimigos de ontem, os aproveitadores de hoje e adversários de amanhã, em prejuízo de seus companheiros de ontem, de hoje e de sempre.
Porém a vida não para. O mundo muitas voltas dá. Amanhã será outro dia, e com certeza nos encontremos no Maranhão ou em outros cantos do Brasil, em companhia de gente menos catingosa.
Boa sorte em seu esperado retorno a São Luís.
Justiça se Faz na Luta.




DEP. FED. DOMINGOS DUTRA

Domingo, Dezembro 06, 2009

PADRONIZAÇÃO DE CONDUTAS

A padronização de condutas é um mecanismo técnico que deveria ser mais valorizado e aplicado, principalmente, nas salas de aula das faculdades de medicina e pelas entidades públicas ligadas à saúde.

E, é essa falta de padronização nas condutas médicas um dos fatores que leva todo sistema de saúde público ou privado a terem gastos elevados e desnecessários em muitos países.

Só para citar um exemplo, nos Estados Unidos, estima-se que 80% das prescrições médicas para antibióticos são indevidas e desnecessárias.

O dano desse absurdo não é só em relação aos gastos com antibióticos; temos que considerar os efeitos colaterais que muitos desses medicamentos podem causar.

Com o advento da descoberta da penicilina por Alexandre Fleming, muitos médicos passaram a dar mais importância aos antibióticos do que os cuidados que se deveria ter no ato cirúrgico.

Além disso, o uso indiscriminado da penicilina até em viroses – onde o seu uso é totalmente inócuo – resultou na resistência bacteriana, em especial na Pseudomonas Aeruginosa, bactéria muito danosa e comum no ambiente hospitalar, principalmente em Unidades de Terapia Intensiva (UTI).

Agora, com a gripe H1N1 notamos uma tendência via mídia para que o governo disponibilizasse comercialmente o anti-virótico, conhecido como Thargifur, para a população, disparando assim a busca pelo remédio na rede privada.

Acontece que esse medicamento só deve ser usado após a suspeita bem fundamentada do vírus, pois, o seu uso, como acontece com os antibióticos, também pode desenvolver resistência.

Mas, o mais significativo é que esse medicamento não age como uma vacina, ou seja, não adianta você tomar o medicamento de forma preventiva, já que o efeito do medicamento dura apenas 24 horas e você se torna novamente vulnerável ao vírus.

Além desse grave erro do uso indevido de medicamento temos que valorizar mais as campanhas e condutas efetivas nos casos de endemias e pandemias.

Algumas secretarias de saúde de cidades com risco de infecção adotaram medidas como a suspensão de aulas nas escolas e até jogos de futebol.

Baseado nessas condutas de prevenção, não seria um contra-senso, realizar uma festa que reúne milhões de pessoas como o carnaval ou micaretas?

Dentre tantos outros malefícios causados pelo uso indevido de medicamentos, a falta de padronização de conduta médica causa também um gigantesco prejuízo no tratamento das gastrites.

Há quarenta anos a gastrite não era tão valorizada como atualmente. Afinal, atribuíam como causas principais de gastrite a alimentação rica em condimentos, gorduras, frituras, frutas ácidas, bebidas alcoólicas, o estresse e fatores emocionais oriundos do estresse ou não.

Desde então, se deu muita importância à dieta no tratamento da doença, associado ao uso de antiácidos e leite. Quanto à importância do tratamento dos fatores emocionais para a cura da gastrite, como sempre, pela medicina curativa, pouca valorização foi dada.

Com aceitação da teoria dos cientistas australianos Barry J. Marshall e J. Robin Warren, de que a bactéria Helicobacter Pylori, descoberta pela primeira vez em 1875 por cientistas alemães, fosse a responsável pelo desenvolvimento da gastrite.

Segundo a dupla de australianos, a bactéria deveria ser combatida, principalmente, porque, em alguns casos, há a possibilidade de evoluir para o câncer gástrico.

A partir dessa nova teoria científica passou-se a divulgar no meio médico cientifico a importância do tratamento dessa bactéria que consiste, no esquema terapêutico mais usado no mundo; por sete dias são utilizados três antibióticos e um antiácido entre 14 e 28 dias.

Como se não bastasse essa discutível conduta por 50% dos médicos, passou-se a banalizar a indicação da vídeo-endoscopia e da pesquisa via biópsia endoscópica, da Bactéria Helicobacter Pylori.

Mas, o absurdo que mais me chama atenção é que com essa nova teoria, muitos cientistas, equivocadamente, passaram a dar importância exclusiva ao tratamento da bactéria e descartaram, como causa importante da gastrite, os fatores emocionais, o estresse e até a alimentação.

Muitos membros desses grupos estão ligados à indústria farmacêutica que, a cada ano, lucra bilhões de dólares em todo o planeta.

O relacionamento de muitos desses médicos com a indústria farmacêutica acontece através do financiamento de pesquisas científicas, muitas vezes direcionadas para a confirmação de teorias como essa.

Para quem entende de metodologia cientifica, é fácil detectar os vícios e equívocos em muitos desses trabalhos.

Além dos financiamentos, muitos médicos são agraciados com passagens, e hospedagens para participarem de simpósios, jornadas e congresso, como participantes ou palestrantes; além dos mais variados brindes como canetas, chaveiros, jantares e outros meios de sedução.

Passemos a considerar os seguintes fatos:

A presença desta bactéria no estômago de pessoas que vivem em países, cujo saneamento básico é precário como o nosso, varia de 60% a 70% e, a sua principal via de contaminação é oral.

Isso torna a falta de infra-estrutura uma das principais causas do problema. Se houvesse um maior investimento para realização de obras de saneamento, diminuiríamos consideravelmente a presença dessa bactéria no nosso organismo, além de inúmeras outras doenças como gastroenterite, por exemplo.

O mais importante: o tratamento proposto para combater esta bactéria não é definitivo, pois, não é um tratamento que imuniza o indivíduo; é um tratamento temporário. Após 24 horas do tratamento que erradicou a bactéria, esse mesmo indivíduo sendo re-infestado, passa a conviver com a possibilidade de que a bactéria possa se desenvolver novamente e desencadear um novo processo de gastrite.

Se fôssemos seguir a teoria dos mais radicais cientistas – que advogam que Helicobacter Pilory bom é Hicobacter Pilory morto , temos que passar a imaginar o absurdo de ter que tratar de 60% a 70% dos brasileiros portadores da bactéria e que, estes, continuarão se re-infectando várias vezes ao ano.

A minha queixa nos congresso que participo é contra a falta de interesse das associações médicas em divulgarem a importância da padronização de condutas e dos consensos científicos referentes aos diversos tratamentos.

Pecam, portanto, as entidades médico-científicas e os professores das escolas de medicina de que o ser humano é um todo: corpo e sentimento, alma, emoção, espírito ou outra definição que bem represente a consciência.

Por isso, a psicologia deveria estar inserida de maneira fundamental na formação do médico, assim como a anatomia é fundamental para quem exerce qualquer especialidade cirúrgica.

A falta de padronização nas diversas condutas médicas resulta, como disse anteriormente, em desperdício de bilhões de dólares e o que é pior; na formação de inúmeras doenças decorrentes dos tratamentos indevidos, como no caso que tive há pouco tempo.

Um paciente de 28 anos diz que há sete dias acordou com a garganta irritada. Foi ao médico que lhe diagnosticou amigdalite. Receitado com azitromicina e antiinflamatório não esteróide.

Dois dias depois passou a queixar-se de edema nos membros inferiores e desconforto com aumento do abdome. Sentiu-se desconfortável, sonolento, com fezes escurecidas, urina bem concentrada e de baixo débito.

Como não melhorava deixou de tomar os medicamentos por dois dias e procurou o gastroenterologista devido ao desconforto no abdômen e estômago. O paciente apresentava-se adinâmico, distensão abdominal e pressão arterial de 16 por 9.

Cabeleireiro, morador da zona rural, casado, um filho; o paciente disse ter procurado consulta particular por dificuldades de ser atendido pelo SUS e por não confiar no sistema público de atenção à saúde.

No momento, ele não apresentava edema de membros inferiores. A nossa suspeita inicial foi de gastrite erosiva hemorrágica associada a insuficiência renal pelo uso de antiinflamatório não esteróide.

Os exames solicitados foram: hemograma, sumário de urina, proteínas totais e frações, uréia e creatinina. Todos os indícios de insuficiência renal aguda foram confirmados pelos exames solicitados.

Dez dias após a primeira consulta o paciente retorna com seis quilos a menos. Na realidade, ele perdeu apenas um quilo do seu peso normal, seis quilos foi de líquido retido devido à insuficiência renal aguda por uso indevido de antiinflamatório.

Um simples casos de amigdalite que, por falta de padronização de conduta, pode resultar em morte e quando não, em mais um nefropata a mais na conta do SUS e um aposentado por invalidez à custa do INAMPS.

Como já abordei em inúmeros artigos, o uso indiscriminado de antiinflamatório está levando a uma geração de pacientes nefropatas.

Em todos eles, defendo que deveria ser restrito o uso desses medicamentos, controlados através de receituário especial.

Para isso, é preciso conscientizar a todos, principalmente, a classe médica.
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Eduardo Leite

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Feira de Santana, Bahia-Brasil
Médico e motociclista. Este Blog tem por finalidade expor minhas idéias e pontos de vista sobre temas relacionados com a Medicina, Psicologia, Filosofia, Motociclismo e temas sociais.

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